Dae moçada, como eu não to correndo (ainda), vou postando o q eu venho achando interessante, sem muita freqüência. Bom, pelo menos a minha cervejinha de fds essa eu nunca larguei, rsrs... A matéria abaixo foi publicada no Portal da Educação Física e valeu a pena ler.
Abraço e boas corridas ! Knaesel.
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Uma cerveja por dia pode manter os ossos frágeis nos eixos. Isso ocorre porque a bebida fermentada é rica em silício, um elemento que tem sido associado à saúde dos ossos. Mas qual tipo de cerveja deve ser bebido?
Estudos prévios mostraram que o silício pode ajudar no crescimento dos ossos, e que o hábito de beber cerveja moderadamente está ligado ao aumento da densidade da massa óssea.
Agora, Charles Bamforth e Troy Casey, da Universidade da Califórnia, descobriram quanto silício cada tipo de cerveja possui.
Eles analisaram cem cervejas do mundo, e descobriram que a bebida fermentada continha entre 6,4 e 56 miligramas de silício por litro --com uma média de 29 mg/l. À procura de níveis de silício nos ingredientes de cerveja, eles constataram que a maior parte da substância provém da casca de cevada maltada.
Cervejas mais leves e mais claras, feitas de cevada maltada e lúpulo, como as do tipo "pale ale", são as mais ricas em silício, enquanto as cervejas com baixo teor alcoólico contêm menor quantidade, juntamente com as cervejas escuras, cervejas pretas e cervejas de trigo.
Cerveja contra vinho
Jonathan Powell, do Conselho de Pesquisa Médica e Unidade de Pesquisa em Nutrição Humana em Cambridge, Reino Unido, disse que os resultados confirmam trabalhos anteriores do seu grupo, que demonstravam que as cervejas são uma boa fonte de silício biopraticável, e que ele melhora a densidade mineral dos ossos de uma forma que não se vê em vinho ou outras bebidas alcoólicas.
Em 2004, seu grupo mostrou que bebedores moderados de cerveja têm melhor densidade de ossos do que os abstêmios, ainda que os consumidores excessivos de cerveja tivessem a pior densidade mineral entre todos os grupos.
No entanto, Catherine Collins, nutricionista do hospital St Georges Healthcare National Health Service Trust, em Londres, diz que, embora o silício na cerveja seja proveitoso para a densidade da massa óssea, o cálcio encontrado em alimentos como laticínios são mais ativos na prevenção da osteoporose.
Autor: Andy Coghlan
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Corrida pela Agua: Participe !!!
Está em inglês, mas fácil de endenter.
http://www.youtube.com/watch?v=B_K8j5orni8
http://www.youtube.com/watch?v=B_K8j5orni8
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Corrida e Musculação
Dae moçada,
Ainda no longo e tenebroso inverno europeu, com o Doutoramento a mil por hora, ainda vai demorar um bocadinho até eu poder treinar como antes. Boa notícia é que o primeiro semestre das cadeiras acabou e sobrou uma pausa para: Correr? Ainda não, mas tempo pra me dedicar a pesquisa. De qquer forma, mando um link para uma reportagem sobre Corrida e Musculação do site Portal da Educação Física.
Abraço e vamos a luta !!!
Ainda no longo e tenebroso inverno europeu, com o Doutoramento a mil por hora, ainda vai demorar um bocadinho até eu poder treinar como antes. Boa notícia é que o primeiro semestre das cadeiras acabou e sobrou uma pausa para: Correr? Ainda não, mas tempo pra me dedicar a pesquisa. De qquer forma, mando um link para uma reportagem sobre Corrida e Musculação do site Portal da Educação Física.
Abraço e vamos a luta !!!
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Desmotivacao para correr - Parte I
Por incrível que possa parecer, mesmo com todas as corridas mais famosas no mundo inteiro receber cada vez mais atletas de todos os níveis e idades ainda de vez em quando somos surpreendidos pela falta de motivação para treinar. Isso pode acontecer com qualquer um e quando acontece jogamos a culpa em tudo, em todos ou arranjamos um bela desculpa para nos livrarmos da culpa que na maioria das vezes é nossa e só nossa.
Muito trabalho, filho doente, muitos compromissos, o cônjuge enche o saco e vai por aí. Há corredores que chegam a ser criativos na elaboração de novas desculpas, sempre colocando a culpa nos outros.
Motivação vem de motivos e por isso é pessoal porque cada um tem os seus. Para o corredor nada é mais contagiante e motivante do que a corrida, mas quando ela começa a cair na mesmice pode ser o começo de um desastre. Ou seja, as mesmas provas de 5, 10 ou 15 km que levam o corredor a fazer sempre o mesmo plano de treinamento, a mesma planilha e nos lugares de sempre. Alguns fazem há anos a mesma coisa e nada é mais desmotivante do que isso.
Motivação está interligada com meta e por isso, se queremos sair da desmotivação é preciso antes de tudo rever as metas. Ou seja, escolher quais as corridas que desejamos participar durante o ano e especificamente treinar para cada uma delas passo a passo.
É um erro pensar que o treinamento da corrida que fizemos no mês passado serve para a próxima. Cada prova exige um estudo detalhado tais como: percurso, planimetria, dificuldades da prova, que horário será a largada, que época do ano, se costuma fazer frio ou calor e se costuma chover para não ficar da mesma forma arranjando “desculpites” para insucessos do tipo está muito calor, tem muita ladeira e tudo o mais como se essas dificuldades não existissem para ou outros. Depois é hora de rever com o treinador qual o plano de treinamento mais adequado à prova e o tempo pretendido.
No dia anterior o que vai comer, a que horas, que roupa vai usar, qual o tênis, se as unhas estão cortadas, que hora vai dormir e acordar. Tudo isso faz com que o corredor se mantenha motivado, ocupado e disciplinado com a prova o tempo todo. A disciplina é um forte aliado contra a desmotivação. O estudo detalhado da corrida não termina na linha de chegada. É preciso analisar os erros e acertos aprimorando os acertos e corrigindo os erros para as próximas corridas.
Mesmo o corredor sabendo o que quer, diariamente pode ser influenciado tanto de forma negativa como positiva pelo meio externo tais como pessoas ou mesmo acontecimentos inesperados que poderão diminuir ou aumentar a motivação. De qualquer forma a motivação é algo que acontece em função de uma combinação de fatos que mexe com o nosso interior influenciado pela personalidade, percepção individual ao meio ambiente, interações humanas e as emoções de cada um e de maneira nenhuma é uma receita de bolo que dá certo ou não para todo mundo.
A Síndrome de Burnout – É um tipo de desmotivação desencadeada por um estresse diferente do comum. Ou seja, uma resposta crônica ao estresse com relação direta a determinadas profissões que lidam com o público, mas pode atingir o corredor. Burnout vem de: “burn” = queima + out = exterior. O sujeito se mostra emocionalmente exausto justamente por tanto lidar com as mesmas pessoas, mesmas conversas, mesmas dificuldades, vitórias e derrotas. Cá entre nós. Boa parte dos corredores tem sempre o mesmo “papo” depois da corrida.
Alguns autores diferenciam a Síndrome de Burnout do estresse genérico por estar especificamente relacionado ao relacionamento interpessoal, seja profissional ou não. O sujeito afetado se apresenta constantemente irritado com tudo e com todos, de “saco cheio” justamente com a classe que mais se relaciona, no caso com os próprios corredores que ele gosta tanto. Nesse caso o tratamento mais lógico é se afastar e fazer outras atividades tais como natação, ciclismo, caminhada, musculação com o objetivo de descansar e conhecer outras pessoas.
Em pouco tempo o corredor sente saudades da corrida e até daqueles “papos” que tanto irritava e volta porque essa é a sua “tribo” e não tem jeito de se afastar por muito tempo. A corrida tem uma energia diferente que no bom sentido vicia. Ouso até dizer a mais democrática e mais acessível a todas as pessoas.
Para Refletir: A casa de um amigo nunca é tão longe que não valha à pena chegar lá. Já a de um inimigo, por mais longe que seja estará muito perto.
Sobre a Ética: A verdadeira amizade é composta de conduta ética sem limite, sem regras e sem formalidades.
por Luiz Carlos de MoraesPor incrível que possa parecer, mesmo com todas as corridas mais famosas no mundo inteiro receber cada vez mais atletas de todos os níveis e idades ainda de vez em quando somos surpreendidos pela falta de motivação para treinar. Isso pode acontecer com qualquer um e quando acontece jogamos a culpa em tudo, em todos ou arranjamos um bela desculpa para nos livrarmos da culpa que na maioria das vezes é nossa e só nossa.
Muito trabalho, filho doente, muitos compromissos, o cônjuge enche o saco e vai por aí. Há corredores que chegam a ser criativos na elaboração de novas desculpas, sempre colocando a culpa nos outros.
Motivação vem de motivos e por isso é pessoal porque cada um tem os seus. Para o corredor nada é mais contagiante e motivante do que a corrida, mas quando ela começa a cair na mesmice pode ser o começo de um desastre. Ou seja, as mesmas provas de 5, 10 ou 15 km que levam o corredor a fazer sempre o mesmo plano de treinamento, a mesma planilha e nos lugares de sempre. Alguns fazem há anos a mesma coisa e nada é mais desmotivante do que isso.
Motivação está interligada com meta e por isso, se queremos sair da desmotivação é preciso antes de tudo rever as metas. Ou seja, escolher quais as corridas que desejamos participar durante o ano e especificamente treinar para cada uma delas passo a passo.
É um erro pensar que o treinamento da corrida que fizemos no mês passado serve para a próxima. Cada prova exige um estudo detalhado tais como: percurso, planimetria, dificuldades da prova, que horário será a largada, que época do ano, se costuma fazer frio ou calor e se costuma chover para não ficar da mesma forma arranjando “desculpites” para insucessos do tipo está muito calor, tem muita ladeira e tudo o mais como se essas dificuldades não existissem para ou outros. Depois é hora de rever com o treinador qual o plano de treinamento mais adequado à prova e o tempo pretendido.
No dia anterior o que vai comer, a que horas, que roupa vai usar, qual o tênis, se as unhas estão cortadas, que hora vai dormir e acordar. Tudo isso faz com que o corredor se mantenha motivado, ocupado e disciplinado com a prova o tempo todo. A disciplina é um forte aliado contra a desmotivação. O estudo detalhado da corrida não termina na linha de chegada. É preciso analisar os erros e acertos aprimorando os acertos e corrigindo os erros para as próximas corridas.
Mesmo o corredor sabendo o que quer, diariamente pode ser influenciado tanto de forma negativa como positiva pelo meio externo tais como pessoas ou mesmo acontecimentos inesperados que poderão diminuir ou aumentar a motivação. De qualquer forma a motivação é algo que acontece em função de uma combinação de fatos que mexe com o nosso interior influenciado pela personalidade, percepção individual ao meio ambiente, interações humanas e as emoções de cada um e de maneira nenhuma é uma receita de bolo que dá certo ou não para todo mundo.
A Síndrome de Burnout – É um tipo de desmotivação desencadeada por um estresse diferente do comum. Ou seja, uma resposta crônica ao estresse com relação direta a determinadas profissões que lidam com o público, mas pode atingir o corredor. Burnout vem de: “burn” = queima + out = exterior. O sujeito se mostra emocionalmente exausto justamente por tanto lidar com as mesmas pessoas, mesmas conversas, mesmas dificuldades, vitórias e derrotas. Cá entre nós. Boa parte dos corredores tem sempre o mesmo “papo” depois da corrida.
Alguns autores diferenciam a Síndrome de Burnout do estresse genérico por estar especificamente relacionado ao relacionamento interpessoal, seja profissional ou não. O sujeito afetado se apresenta constantemente irritado com tudo e com todos, de “saco cheio” justamente com a classe que mais se relaciona, no caso com os próprios corredores que ele gosta tanto. Nesse caso o tratamento mais lógico é se afastar e fazer outras atividades tais como natação, ciclismo, caminhada, musculação com o objetivo de descansar e conhecer outras pessoas.
Em pouco tempo o corredor sente saudades da corrida e até daqueles “papos” que tanto irritava e volta porque essa é a sua “tribo” e não tem jeito de se afastar por muito tempo. A corrida tem uma energia diferente que no bom sentido vicia. Ouso até dizer a mais democrática e mais acessível a todas as pessoas.
Para Refletir: A casa de um amigo nunca é tão longe que não valha à pena chegar lá. Já a de um inimigo, por mais longe que seja estará muito perto.
Sobre a Ética: A verdadeira amizade é composta de conduta ética sem limite, sem regras e sem formalidades.
por Luiz Carlos de Moraes
Muito trabalho, filho doente, muitos compromissos, o cônjuge enche o saco e vai por aí. Há corredores que chegam a ser criativos na elaboração de novas desculpas, sempre colocando a culpa nos outros.
Motivação vem de motivos e por isso é pessoal porque cada um tem os seus. Para o corredor nada é mais contagiante e motivante do que a corrida, mas quando ela começa a cair na mesmice pode ser o começo de um desastre. Ou seja, as mesmas provas de 5, 10 ou 15 km que levam o corredor a fazer sempre o mesmo plano de treinamento, a mesma planilha e nos lugares de sempre. Alguns fazem há anos a mesma coisa e nada é mais desmotivante do que isso.
Motivação está interligada com meta e por isso, se queremos sair da desmotivação é preciso antes de tudo rever as metas. Ou seja, escolher quais as corridas que desejamos participar durante o ano e especificamente treinar para cada uma delas passo a passo.
É um erro pensar que o treinamento da corrida que fizemos no mês passado serve para a próxima. Cada prova exige um estudo detalhado tais como: percurso, planimetria, dificuldades da prova, que horário será a largada, que época do ano, se costuma fazer frio ou calor e se costuma chover para não ficar da mesma forma arranjando “desculpites” para insucessos do tipo está muito calor, tem muita ladeira e tudo o mais como se essas dificuldades não existissem para ou outros. Depois é hora de rever com o treinador qual o plano de treinamento mais adequado à prova e o tempo pretendido.
No dia anterior o que vai comer, a que horas, que roupa vai usar, qual o tênis, se as unhas estão cortadas, que hora vai dormir e acordar. Tudo isso faz com que o corredor se mantenha motivado, ocupado e disciplinado com a prova o tempo todo. A disciplina é um forte aliado contra a desmotivação. O estudo detalhado da corrida não termina na linha de chegada. É preciso analisar os erros e acertos aprimorando os acertos e corrigindo os erros para as próximas corridas.
Mesmo o corredor sabendo o que quer, diariamente pode ser influenciado tanto de forma negativa como positiva pelo meio externo tais como pessoas ou mesmo acontecimentos inesperados que poderão diminuir ou aumentar a motivação. De qualquer forma a motivação é algo que acontece em função de uma combinação de fatos que mexe com o nosso interior influenciado pela personalidade, percepção individual ao meio ambiente, interações humanas e as emoções de cada um e de maneira nenhuma é uma receita de bolo que dá certo ou não para todo mundo.
A Síndrome de Burnout – É um tipo de desmotivação desencadeada por um estresse diferente do comum. Ou seja, uma resposta crônica ao estresse com relação direta a determinadas profissões que lidam com o público, mas pode atingir o corredor. Burnout vem de: “burn” = queima + out = exterior. O sujeito se mostra emocionalmente exausto justamente por tanto lidar com as mesmas pessoas, mesmas conversas, mesmas dificuldades, vitórias e derrotas. Cá entre nós. Boa parte dos corredores tem sempre o mesmo “papo” depois da corrida.
Alguns autores diferenciam a Síndrome de Burnout do estresse genérico por estar especificamente relacionado ao relacionamento interpessoal, seja profissional ou não. O sujeito afetado se apresenta constantemente irritado com tudo e com todos, de “saco cheio” justamente com a classe que mais se relaciona, no caso com os próprios corredores que ele gosta tanto. Nesse caso o tratamento mais lógico é se afastar e fazer outras atividades tais como natação, ciclismo, caminhada, musculação com o objetivo de descansar e conhecer outras pessoas.
Em pouco tempo o corredor sente saudades da corrida e até daqueles “papos” que tanto irritava e volta porque essa é a sua “tribo” e não tem jeito de se afastar por muito tempo. A corrida tem uma energia diferente que no bom sentido vicia. Ouso até dizer a mais democrática e mais acessível a todas as pessoas.
Para Refletir: A casa de um amigo nunca é tão longe que não valha à pena chegar lá. Já a de um inimigo, por mais longe que seja estará muito perto.
Sobre a Ética: A verdadeira amizade é composta de conduta ética sem limite, sem regras e sem formalidades.
por Luiz Carlos de MoraesPor incrível que possa parecer, mesmo com todas as corridas mais famosas no mundo inteiro receber cada vez mais atletas de todos os níveis e idades ainda de vez em quando somos surpreendidos pela falta de motivação para treinar. Isso pode acontecer com qualquer um e quando acontece jogamos a culpa em tudo, em todos ou arranjamos um bela desculpa para nos livrarmos da culpa que na maioria das vezes é nossa e só nossa.
Muito trabalho, filho doente, muitos compromissos, o cônjuge enche o saco e vai por aí. Há corredores que chegam a ser criativos na elaboração de novas desculpas, sempre colocando a culpa nos outros.
Motivação vem de motivos e por isso é pessoal porque cada um tem os seus. Para o corredor nada é mais contagiante e motivante do que a corrida, mas quando ela começa a cair na mesmice pode ser o começo de um desastre. Ou seja, as mesmas provas de 5, 10 ou 15 km que levam o corredor a fazer sempre o mesmo plano de treinamento, a mesma planilha e nos lugares de sempre. Alguns fazem há anos a mesma coisa e nada é mais desmotivante do que isso.
Motivação está interligada com meta e por isso, se queremos sair da desmotivação é preciso antes de tudo rever as metas. Ou seja, escolher quais as corridas que desejamos participar durante o ano e especificamente treinar para cada uma delas passo a passo.
É um erro pensar que o treinamento da corrida que fizemos no mês passado serve para a próxima. Cada prova exige um estudo detalhado tais como: percurso, planimetria, dificuldades da prova, que horário será a largada, que época do ano, se costuma fazer frio ou calor e se costuma chover para não ficar da mesma forma arranjando “desculpites” para insucessos do tipo está muito calor, tem muita ladeira e tudo o mais como se essas dificuldades não existissem para ou outros. Depois é hora de rever com o treinador qual o plano de treinamento mais adequado à prova e o tempo pretendido.
No dia anterior o que vai comer, a que horas, que roupa vai usar, qual o tênis, se as unhas estão cortadas, que hora vai dormir e acordar. Tudo isso faz com que o corredor se mantenha motivado, ocupado e disciplinado com a prova o tempo todo. A disciplina é um forte aliado contra a desmotivação. O estudo detalhado da corrida não termina na linha de chegada. É preciso analisar os erros e acertos aprimorando os acertos e corrigindo os erros para as próximas corridas.
Mesmo o corredor sabendo o que quer, diariamente pode ser influenciado tanto de forma negativa como positiva pelo meio externo tais como pessoas ou mesmo acontecimentos inesperados que poderão diminuir ou aumentar a motivação. De qualquer forma a motivação é algo que acontece em função de uma combinação de fatos que mexe com o nosso interior influenciado pela personalidade, percepção individual ao meio ambiente, interações humanas e as emoções de cada um e de maneira nenhuma é uma receita de bolo que dá certo ou não para todo mundo.
A Síndrome de Burnout – É um tipo de desmotivação desencadeada por um estresse diferente do comum. Ou seja, uma resposta crônica ao estresse com relação direta a determinadas profissões que lidam com o público, mas pode atingir o corredor. Burnout vem de: “burn” = queima + out = exterior. O sujeito se mostra emocionalmente exausto justamente por tanto lidar com as mesmas pessoas, mesmas conversas, mesmas dificuldades, vitórias e derrotas. Cá entre nós. Boa parte dos corredores tem sempre o mesmo “papo” depois da corrida.
Alguns autores diferenciam a Síndrome de Burnout do estresse genérico por estar especificamente relacionado ao relacionamento interpessoal, seja profissional ou não. O sujeito afetado se apresenta constantemente irritado com tudo e com todos, de “saco cheio” justamente com a classe que mais se relaciona, no caso com os próprios corredores que ele gosta tanto. Nesse caso o tratamento mais lógico é se afastar e fazer outras atividades tais como natação, ciclismo, caminhada, musculação com o objetivo de descansar e conhecer outras pessoas.
Em pouco tempo o corredor sente saudades da corrida e até daqueles “papos” que tanto irritava e volta porque essa é a sua “tribo” e não tem jeito de se afastar por muito tempo. A corrida tem uma energia diferente que no bom sentido vicia. Ouso até dizer a mais democrática e mais acessível a todas as pessoas.
Para Refletir: A casa de um amigo nunca é tão longe que não valha à pena chegar lá. Já a de um inimigo, por mais longe que seja estará muito perto.
Sobre a Ética: A verdadeira amizade é composta de conduta ética sem limite, sem regras e sem formalidades.
por Luiz Carlos de Moraes
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
A onda dos tênis funcionais
Empresas lançam opções que prometem enrijecer músculos e ajudar a emagrecer.
Uma nova geração de tênis começa a chegar ao mercado com um apelo irresistível: deixar músculos da panturrilha, glúteos e abdome mais enrijecidos e a coluna vertebral alinhada, melhorando a postura. Os produtos foram batizados pelos fabricantes de tênis funcionais. O título seria porque eles ofereceriam benefícios que vão além de sua finalidade, a de proteger os pés do atrito com o chão. O termo funcional já é usado pela indústria alimentícia para designar produtos que apresentam efeitos terapêuticos, como margarinas enriquecidas com substâncias que diminuem o colesterol ruim.
Um dos modelos é o Shape-ups, da marca americana Skechers. As empresas afirmam que o segredo do produto é o material da entressola - estrutura entre o solado e a palmilha. Por ser feita de uma borracha macia, faz com que o usuário tenha a sensação de caminhar descalço sobre a areia fofa. "Isso exige um esforço maior para executar os movimentos", diz Luis Alfredo Maia, diretor da marca no Brasil. O empenho fortaleceria os músculos e aumentaria o gasto calórico, ajudando a emagrecer.
O modelo Easytone, da Reebok, que chegará em novembro ao Brasil, tem o solado inspirado nas bolas dos exercícios de Pilates. "Para caminhar e se equilibrar, a pessoa precisa usar várias articulações dos pés e acionar mais músculos da panturrilha e dos glúteos", diz Dalton Martinelli, gerente de marketing da Reebok.
O mercado de calçados funcionais é promissor. A expectativa é de que movimente este ano nos EUA mais de US$ 100 milhões, segundo a SportsOneSource, especializada no setor. De olho nesse filão, a Nike lançou o Nike Free. "A ideia é que ele fortaleça os pés ao acionar músculos normalmente não usados", explica Jeff Pisciotta, chefe do laboratório de pesquisa esportiva da Nike.
Apesar dos apelos dos fabricantes, os produtos ainda não convenceram os especialistas. "O conceito parece interessante", afirma Keila Fontana, da Universidade de Brasília. "Mas acho que esses modelos trarão, no início, mais desconforto do que benefício", diz. "É possível que causem dores nas costas, principalmente em quem não faz exercícios com regularidade", acredita. E também há o risco de queda. Por isso, não são recomendados para idosos.
Fonte: Isto É - Independente
por Greice Rodrigues
Uma nova geração de tênis começa a chegar ao mercado com um apelo irresistível: deixar músculos da panturrilha, glúteos e abdome mais enrijecidos e a coluna vertebral alinhada, melhorando a postura. Os produtos foram batizados pelos fabricantes de tênis funcionais. O título seria porque eles ofereceriam benefícios que vão além de sua finalidade, a de proteger os pés do atrito com o chão. O termo funcional já é usado pela indústria alimentícia para designar produtos que apresentam efeitos terapêuticos, como margarinas enriquecidas com substâncias que diminuem o colesterol ruim.
Um dos modelos é o Shape-ups, da marca americana Skechers. As empresas afirmam que o segredo do produto é o material da entressola - estrutura entre o solado e a palmilha. Por ser feita de uma borracha macia, faz com que o usuário tenha a sensação de caminhar descalço sobre a areia fofa. "Isso exige um esforço maior para executar os movimentos", diz Luis Alfredo Maia, diretor da marca no Brasil. O empenho fortaleceria os músculos e aumentaria o gasto calórico, ajudando a emagrecer.
O modelo Easytone, da Reebok, que chegará em novembro ao Brasil, tem o solado inspirado nas bolas dos exercícios de Pilates. "Para caminhar e se equilibrar, a pessoa precisa usar várias articulações dos pés e acionar mais músculos da panturrilha e dos glúteos", diz Dalton Martinelli, gerente de marketing da Reebok.
O mercado de calçados funcionais é promissor. A expectativa é de que movimente este ano nos EUA mais de US$ 100 milhões, segundo a SportsOneSource, especializada no setor. De olho nesse filão, a Nike lançou o Nike Free. "A ideia é que ele fortaleça os pés ao acionar músculos normalmente não usados", explica Jeff Pisciotta, chefe do laboratório de pesquisa esportiva da Nike.
Apesar dos apelos dos fabricantes, os produtos ainda não convenceram os especialistas. "O conceito parece interessante", afirma Keila Fontana, da Universidade de Brasília. "Mas acho que esses modelos trarão, no início, mais desconforto do que benefício", diz. "É possível que causem dores nas costas, principalmente em quem não faz exercícios com regularidade", acredita. E também há o risco de queda. Por isso, não são recomendados para idosos.
Fonte: Isto É - Independente
por Greice Rodrigues
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