terça-feira, 29 de setembro de 2009

Como fazer da corrida um habito prazeroso

Estabelecer metas curtas e fáceis de serem alcançadas é fundamental para aqueles que estão dando as primeiras passadas não desanimem ou desistirem dos treinos

A corrida é de fato um dos esportes mais democráticos. Para começar a praticá-la, basta um par de tênis e boa vontade. Por isso, é comum ver nas provas uma grande variedade de pessoas, sejam elas jovens ou idosas, ricas ou pobres. Porém, todas elas têm algo em comum. Um dia tiveram que dar a primeira passada.

E uma das formas mais fáceis de não abandonar a prática desta atividade física logo no início, quando as dúvidas sobre seu real potencial ainda surgem, é estabelecer uma meta, como fala Allan David Menache, técnico da assessoria esportiva Treinamento Inteligente e do Core 360° Treinamento Funcional .

“Para um corredor iniciante é fundamental estabelecer metas a serem atingidas, quaisquer que sejam elas, pois, assim como nos negócios, há uma luz no fim do túnel, e isso é uma motivação muito forte para quem está começando no esporte”, explica Menache, que ressalta a importância de determinar objetivos fáceis de se atingir.

“Quem está começando na corrida ainda não tem parâmetros para avaliar sua real condição, por isso, é interessante que trace objetivos não utópicos, mas sim mais fáceis de serem realizados, como conseguir correr dez minutos seguidos, ou perder dois quilos, ou completar uma prova menor”, completa.

Treine leve e sem pressão

Você não precisa começar acelerando como um Usain Bolt para sentir que está evoluindo no esporte, pelo contrário, as primeiras passadas na corrida devem ser feitas em forma de trote ou de caminhada, e com metas curtas, como explica Cássio Eduardo Lembo, personal trainer e professor da Metas Esporte & Entretenimento.

“Não adianta uma pessoa que nunca correu decidir ter como objetivo fazer um Ironman daqui seis meses. Ela deve sim traçar metas que se encaixem em sua atual realidade, e que vá conseguir cumprir, porque senão, além da frustração por não completar a prova, por exemplo, se sentirá também mal por achar que é incapaz de praticar o esporte, quando, na verdade somente não está preparada ainda”, diz o treinador, que revela como deve ser o treinamento de um iniciante.

“O indicado é que o exercício seja realizado no mínimo três vezes por semana, e que os estímulo sejam feitos de forma a se completarem. Por exemplo, no primeiro dia, o corredor faz treinamentos focados na resistência, em diferentes pisos; no outro, faz treinos de tiros, que ajudam a aumentar a capacidade aeróbia; e no terceiro, um treinamento mais longo, em um ritmo leve”, conclui.

As dores fazem parte

Praticar um esporte como a corrida é saber que alguns tipos de dores estarão presentes após o exercício. “A dor do ácido láctico é comum, e faz parte do treinamento. O que não são comuns são aquelas dores mais fortes, específicas em um determinado ponto. Por isso, é importante que o corredor não seja mal orientado em seu começo, para que não venha a sentir contusões mais graves e desista da corrida”, diz Lembo.

“Dores na panturrilha e dores musculares no geral são normais para quem está começando a correr. A dor é também um bom parâmetro, pois indica se a pessoa está forçando ou não, se está indo além de seus limites”, completa Allan Menache.

Por Fausto Fagioli Fonseca - Fonte: O2 Por Minuto

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Faca do exercicio fisico um habito de verdade

Pra quem não tá lá muito assíduo nos treinos (como eu), não custa dar uma lida.
educacaofisica.com.br/noticia_mostrar.asp?id=7284
Abraço...

Exercicios podem reduzir a fome

Uma boa notícia para os obesos, surgida no Brasil: a prática regular de atividades físicas ajuda a diminuir o peso não apenas por proporcionar gasto calórico - ela também reduz o apetite. A descoberta é de estudo realizado pelos pesquisadores Eduardo Ropelle e José Barreto, ligados à Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A pesquisa foi feita com ratos e camundongos, mas, segundo Ropelle, é possível traçar paralelos com seres humanos.

"Percebemos que a ingestão de gorduras saturadas impede a ação dos hormônios responsáveis pelo controle da ingestão alimentar, porque provocam uma inflamação em neurônios do hipotálamo, que é um centro controlador da fome no cérebro. Assim, o sujeito tem a sensação de saciedade bloqueada e acaba comendo mais", explica Ropelle. "A prática regular de atividades físicas pode reverter essa situação: algumas proteínas produzidas pelo músculo durante o exercício reduzem a inflamação, fazendo com que os hormônios possam trabalhar de maneira correta."

As atividades recomendadas por Ropelle, que tem formação em educação física, são aeróbias e de intensidade moderada: caminhada acelerada, hidroginástica, corrida na esteira, bicicleta e natação. E devem ser praticadas com regularidade. "Se o indivíduo deixa de fazer exercício e segue com uma dieta rica em gordura saturada, ele pode voltar a engordar."

O estudo, aliás, confirmou o malefício das gorduras saturadas. Ao dificultar a ação dos hormônios leptina e insulina, que controlam a fome, aquelas substâncias abrem brecha para o consumo alimentar exagerado.

Obesos - De acordo com o pesquisador, a descoberta é útil especialmente para obesos, que têm neurônios inflamados no hipotálamo e podem, por meio do exercício, combater o problema - voltando, assim, a se sentirem satisfeitos ao comer. Quem não tem inflamação e não sofre de falta de saciedade não deve ter o mesmo benefício. "Nos animais normais testados na pesquisa, os magros, que não têm problema de sinalização da saciedade, o exercício físico não alterou a ingestão alimentar", diz Ropelle.

Fonte.: Portal da Educação Física / Veja.com.br

terça-feira, 1 de setembro de 2009

James Fixx

Como o texto é longo, resolvi não transcrevê-lo aqui. Mas é muito bom e vale a pena lê-lo, com calma. http://www.educacaofisica.com.br/noticia_mostrar.asp?id=7261
"Na Corrida...", Frank.